New title on Hegel and Deleuze

Postado originalmente em Speculative Humbug:

09 (Page 1)This edited collection on Hegel and Deleuze (edited by Karen Houle and Jim Vernon) looks pretty interesting – and some reliably quality commentators in there.

Here’s the blurb:

Hegel and Deleuze cannily examines the various resonances and dissonances between these two major philosophers. The collection represents the best in contemporary international scholarship on G. W. F. Hegel and Gilles Deleuze, and the contributing authors inhabit the as-yet uncharted space between the two thinkers, collectively addressing most of the major tensions and resonances between their ideas and laying a solid ground for future scholarship. The essays are organized thematically into two groups: those that maintain a firm but nuanced disjunction or opposition between Hegel and Deleuze, and those that chart possible connections, syntheses, or both. As is clear from this range of texts, the challenges involved in grasping, appraising, appropriating, and developing the systems of Deleuze and Hegel are varied…

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Programação para o primeiro semestre de 2013

Em 2013, o grupo de pesquisa Materialismos – Correlacionismo, ontologia e ciência na filosofia contemporânea (CNPq) está alterando sua forma de funcionamento. Criado no primeiro semestre de 2011, o grupo, além de organizar quatro eventos locais e um internacional (a conferência A Virada Ontológica na Filosofia Contemporânea, em outubro de 2012, a primeira de seu tipo no Brasil), manteve desde então um grupo de leitura quinzenal, cujo programa de leituras pode ser visto no site do grupo (www.materialismos.tk).

Durante 2013, o grupo continuará fazendo encontros quinzenais, mas se focará mais na pesquisa feita pelos próprios membros; desta forma, a programação para o primeiro semestre de 2013 consiste no Seminário Aberto de Pesquisa em Andamento/ Materialismos, em que diferentes participantes farão apresentações seguidas de debates. As apresentações buscam relacionar a pesquisa em andamento feita por mebros e convidados com os temas de interesse do grupo; elas podem ser no formato de papers já preparados para outros eventos, aulas, apresentação de livros etc.

Os encontros acontecerão sempre às 14h, na sala 502, prédio 5, nos dias abaixo:

2/abril, terça: Adriano Kurle; Charles Borges

16/abril, terça: Eduardo Luft; Rodrigo Nunes

7/maio, terça: Rodrigo Nunes; Alexandre Pandolfo

17/maio, sexta (extraordinariamente): Larissa Couto; Manuela Mattos

28/maio, terça: Vanessa Nicola; Henrique Doelle

11/junho, terça: a confirmar

25/junho, terça: Norman Madarasz

Todas as sessões são abertas a não-membros do grupo. As apresentações serão de cerca de 45 min, seguidas de meia hora de debate, com um intervalo de 15 min entre elas.

Para saber mais sobre Materialismos – Correlacionismo, ontologia e ciência na filosofia contemporânea:

http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0006701GPX6ISZ
www.materialismos.tk

email para contato: gpmaterialismos@gmail.com.br

A partir dos anos 1980, uma série de polêmicas opôs a filosofia continental contemporânea (e em particular a recepção anglo-saxã do pensamento francês) à ciência, supostamente trazendo à tona uma linha divisória definitiva entre o “realismo cientifico” e o “construtivismo social” “pós-moderno”. Hoje, pode-se ver como a virulência do debate de então acabou por reforçar aquilo que suas posições tinham de pior: de um lado, um endurecimento que, por vezes, sacrificou a auto-crítica e a abertura em favor da afirmação de um realismo empobrecido e de uma visão ultrapassada, reificada, do real funcionamento das ciências; por outro, uma ênfase exagerada na idéia de “construção social” que parecia negar qualquer valor à noção de objetividade, não apenas incapacitando a filosofia na discussão do potencial heurístico da ciência, como isolando-a em pontos cegos em relação as suas próprias pressuposições.

O reconhecimento dos excessos passados, bem como a relevância adquirida por novas áreas de pesquisa científica não necessariamente correspondentes ao paradigma moderno de objetividade, causalidade etc., fazem com que um novo campo se abra para pensar, uma vez mais e de maneira mais produtiva, as relações entre filosofia e ciência, e o que uma pode pensar com a outra. Do lado da filosofia continental, é crescente o consenso de que o dito “pós-modernismo” – que quando da sua nomeação já era um termo inadequado para cobrir uma diversidade grande de posições, muitas das quais jamais aceitaram o rótulo – é um episodio encerrado; e que o programa radical do “construtivismo social” jamais deixou de deparar-se com um “resto” que punha, novamente, à baila noções como objetividade, corpo e matéria.  Existe, em particular, uma tendência crescente a buscar realizar o projeto imanentizador da modernidade através de um repensar do materialismo – onde, justamente, o problema do que vem a contar como “matéria” é o que se torna objeto do esforço filosófico; e se torna a debater a oposição entre uma imanentização pela via correlacionista (que conduz aos diferentes modelos de construtivismo) e uma imanentização pela via materialista (que evitaria, ao mesmo, abraçar qualquer forma de “realismo ingênuo”).

Seja na aproximação com a biologia e a física contemporâneas (Deleuze, Stengers, Ansell Pearson, DeLanda), com a ciência cognitiva e a neurociência (Maturana, Varela, Protevi, Nöe, Malabou, Metzger, Damasio), com as teorias dos conjuntos e das categorias (Badiou), com a questão da ciência e da técnica em geral (Latour, Stiegler), no “realismo especulativo” de Harman, Meillassoux, Brassier e Grant, na revalorização de autores como Bergson, Tarde, Whitehead e Simondon, seja no impacto de autores como tais nas ciências sociais, há hoje uma redescoberta da ontologia e de uma especulação metafísica informada pelos desenvolvimentos científicos mais recentes e em diálogo aberto com vertentes da tradição analítica. Uma tendência que não consiste, evidentemente, em um simples “retorno” – que seria um mero “esquecimento” dos fatores que determinaram as trajetórias por vezes divergentes, por vezes convergentes, de ciência e filosofia, tradição analítica e continental –, mas trabalha rumo a uma redefinição das fronteiras entre essas áreas. E, como não poderia deixar de ser, da própria tarefa da filosofia.

O grupo de pesquisa Materialismos – Correlacionismo, ontologia e ciência na filosofia contemporânea pretende criar, no PPG em Filosofia da PUCRS e com pesquisadores de outras instituições, um espaço de discussão na intersecção entre tradições continental e analítica, onde questões abertas pela filosofia contemporânea possam ser criticamente debatidas.

Mais especificamente, ele busca familiarizar os participantes com alguns debates e autores contemporâneos; e estimular uma cultura de debate, pluralismo e engajamento crítico para além das fronteiras de disciplinas e tradições. Além disso, propõe-se a oferecer um espaço de apoio e intercâmbio para as pesquisas individuais de seus participantes, através de encontros regulares de um grupo de leitura e da promoção de eventos de âmbito local e/ou com a participação de pesquisadores de fora da PUCRS.

MaterialismoS é coordenado pelo Prof. Dr. Rodrigo Guimarães Nunes, professor colaborador e pós-doutorando com bolsa combinada CAPES/PNPD e FAPERGS no PPG em Filosofia da PUCRS (http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhepesq.jsp?pesq=4082055831752880).

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Lições Espanholas: debate entre o movimento 15M da Espanha e os movimentos de Porto Alegre

Debate com participante do movimento 15M, da Espanha, este sábado às 17h45 no Quilombo das Artes/Assentamento Urbano Utopia e Luta, escadaria da Borges.

Lições Espanholas MaterialismosG

Enquanto Porto Alegre viu, nas últimas semanas, aquilo que pode ser o início de um novo movimento de massa, a Espanha tem vivido desde maio de 2011 um momento riquíssimo de mobilização popular. Mais antigo, mais numeroso e mais duradouro que o movimento Occupy dos Estados Unidos, o 15M foi o primeiro dos movimentos globais a seguir o exemplo da Primavera Árabe e reagir contra as políticas de austeridade, a ditadura do capital financeiro e a erosão da democracia representativa no estado espanhol e na Europa; foi da Espanha que originalmente partiu o chamado para o dia de ação global de 15 de outubro de 2011, que transformou Occupy em um fenômeno global.

Nestes quase dois anos, o 15M se deparou com vários desafios que os movimentos de Porto Alegre terão de enfrentar cada vez mais: a necessidade de ampliar seu alcance para parcelas cada vez maiores da população; as tentativas de criminalização pela polícia e a mídia; a relação com os partidos políticos e a política institucional; o problema de como aumentar a capacidade de agir mantendo a democracia interna; a necessidade de desenvolver diversidade e flexibilidade de táticas de ação e comunicação para atacar as questões sociais de diferentes ângulos.

Este encontro é uma oportunidade para aprender mais sobre esta experiência com alguém que a vive por dentro: Sérgio González, cientista político e ecólogo, membro da rede 15M de Barcelona e do projeto X.net, associação de defesa da cultura livre e da democracia em rede. É também uma ocasião para refletir sobre o que estamos fazendo em Porto Alegre, e pensar, a partir daquilo que tem se construído na Espanha, quais podem ser nossos próximos passos.

O debate é coorganizado pelo grupo de pesquisa MaterialismoS e o Assentamento Urbano Utopia e Luta, e dá continuidade a discussões iniciadas no evento O que significa mudar o mundo hoje? de outubro de 2011.

Para saber mais sobre o 15M:

http://es.wikipedia.org/wiki/Movimiento_15-M
https://es.wikipedia.org/wiki/X.net
https://es.wikipedia.org/wiki/Stop_Desahucios#Stop_Desahucios
http://15mparato.wordpress.com/
http://www.youtube.com/watch?v=kODIHGNokrI&list=PL92FE5C92CA3F3211

Para saber mais sobre o Assentamento Urbano Utopia e Luta:

http://www.sul21.com.br/jornal/2011/09/assentamento-em-predio-publico-de-porto-alegre-desafia-politica-habitacional/

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Certificados de participação n’A Virada Ontológica

Muito obrigado a tod@s que participaram do evento como ouvintes ou oferecendo comunicações.

Os certificados de participação n’A Virada Ontológica já estão prontos. Para receber o seu, entre em contato com a secretaria do PPG em Filosofia da PUCRS através do email filosofia-pg@pucrs.br ou do telefone (51) 33203554. 

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Conferências

Eduardo Luft (PUCRS) Notas para uma estética do pensamento (Notes towards an aesthetics of thought)

[texto em PortuguêsInglês]

*

Rodrigo Nunes (PUCRS) What are post-critical ontologies?

[texto em Português / Inglês]

*

John Protevi (Louisiana State) Uma ontologia do ritmo: Deleuze e Guattari e as ciências da sincronização  (An ontology of rhythm: Deleuze and Guattari and the sciences of entrainment)

[slides em Português / Inglês]

*

Markus Gabriel (Bonn) O sentido da existência (The meaning of existence)

[texto em Português / Inglês]

*

Benjamin Noys (Chichester) Vida selvagem e a ontologia do capital (Savage life and the ontology of capital)

[texto em Português / Inglês]

*

Norman Madarasz (PUCRS) Ainda não ontológico: sobre uma fenomenologia estruturalista (Not yet ontological: on a structuralist phenomenology)

[texto em Português / Inglês]

*

Steven Shaviro (Wayne State) Pensamento não-correlacionado (Uncorrelated thought)

[texto em Português / Inglês]

*

Eduardo Viveiros de Castro (Museu Nacional/UFRJ) A outra metafísica e a metafísica dos outros (The other metaphysics and the metaphysics of others)

[texto em Português / Inglês]

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Transmissão ao vivo do primeiro dia d’A Virada Ontológica na Filosofia Contemporânea

Watch live streaming video from catarsetv at livestream.com
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A Virada Ontológica na Filosofia Contemporânea – Programação Completa

Mesas:

 

3/10

Auditório térreo, prédio 5

 

14h

Eduardo Luft (PUCRS) Notas para uma estética do pensamento (Notes towards an aesthetics of thought)

Debatedor: Markus Gabriel (Bonn)

Moderador: Moysés Pinto Neto (PUCRS)

18h

John Protevi (Louisiana State) Uma ontologia do ritmo: Deleuze e Guattari e as ciências da sincronização  (An ontology of rhythm: Deleuze and Guattari and the sciences of entrainment)

Debatedor: Steven Shaviro (Wayne State)

Moderador: Nythamar Fernandes de Oliveira Jr (PUCRS)

 

4/10

Auditório térreo, prédio 5

 

10h

Rodrigo Nunes (PUCRS) What are post-critical ontologies?

Debatedor: John Protevi (Louisiana State)

Moderador: Hilan Bensusan (UnB)

14h

Norman Madarasz (PUCRS) Ainda não ontológico: sobre uma fenomenologia estruturalista (Not yet ontological: on a structuralist phenomenology)

Debatedor: Rodrigo Nunes (PUCRS)

Moderador: Marcelo Villanova (PUCRS)

17h45

Lançamento do livro Mitologia, Loucura e Riso: Subjetividade no Idealismo Alemão, de Markus Gabriel e Slavoj Zizek (ed. Civilização Brasileira)

18h

Markus Gabriel (Bonn) O sentido da existência (The meaning of existence)

Debatedor: Eduardo Luft (PUCRS)

Moderador: Déborah Danowski (PUCRJ)

 

5/10

Auditório térreo, prédio 5

 

10h

Benjamin Noys (Chichester) Vida selvagem e a ontologia do capital (Savage life and the ontology of capital)

Debatedor: Rodrigo Nunes (PUCRS)

Moderador: Charles Borges (PUCRS)

14h

Steven Shaviro (Wayne State) Pensamento não-correlacionado (Uncorrelated thought)

Debatedor: Hilan Bensusan (UnB)

Moderador: Norman Madarasz (PUCRS)

 

18h

Eduardo Viveiros de Castro (Museu Nacional/UFRJ) A outra metafísica e a metafísica dos outros (The other metaphysics and the metaphysics of others)

Debatedor: Benjamin Noys (Chichester)

Moderador: Rodrigo Guimarães Nunes (PUCRS)

 

 

Comunicações

 

3/10

 16h:

Auditório térreo, prédio 5

Moysés Pinto Neto (doutorando, PUCRS) Levinas e Malabou em torno da natureza: do elementar à plasticidade

Alessandro Zir (doutor, Dalhousie/ pós-doutorando, UFSC) Platon, père excessif et défaillant: o debate em torno do simulacro na tradição pós-nietzscheana

José Maria Arruda (UFF/ doutor, Essen), O perspectivismo de Nietzsche é uma forma de correlacionalismo?

Moderador: Federico Testa (PUCRS)

16h:

Sala 403, prédio 5

Ediovani Antônio Gaboardi (UFFS/ doutorando, PUCRS) Da epistemologia à ontologia: a posição hegeliana sobre a definição tradicional de conhecimento

Lucas Camarotti (mestrando, UnB) Como deve ser feito o início da ciência? Prolegômenos para uma reelaboração ontológica do materialismo

Adriano Bueno Kurle (doutorando, PUCRS) Ontologia e linguagem da música: primeiras reflexões para um projeto de pesquisa

Moderador: Richer Fernando Borges (PUCRS)

4/10

16h:

Auditório térreo, prédio 5

Marco Antonio Valentim (UFPR/ doutor, UFRJ) A anterioridade da terra

Marcos de Almeida Matos (UFAC/ mestre, UFMG) “Tudo cósmico e exterior”: a o(do)ntologia do pensamento antropofágico

Aécio Amaral (UFPB, doutorando Goldsmiths College, University of London) Bioinformática e excesso de biopoder

Moderador: Adriano Bueno Kurle (PUCRS)

 

16h:

Sala 403, prédio 5

Maicon Reus Engler (doutorando, UFSC) A metafísica do fim da metafísica

Rogério Vaz Trapp (UFFS/ doutor, PUCRS) Ontologia como Teoria acerca da totalidade possível

Nelson Job (doutor UFRJ/ pós-doutorando, UFRJ) Uma virada ontológica que poderia abandonar a ontologia: a transcendência a posteriori

Moderador: José Maria Arruda (UFF)

5/10

16h:

Auditório térreo, prédio 5

Déborah Danowski (PUCRJ/ doutora, PUCRJ) Relações internas como acontecimentos em Leibniz

Alexandre Nodari (doutor, UFSC/ pós-doutorando, UFSC) O “reino subterrâneo”: apontamentos sobre a ficção da matéria e a matéria da ficção

André Bassères (mestre, UERJ) Foucault e a literatura: o “ser da linguagem” como metafísica vazia

Moderador: Aécio Amaral (UFPB)

 

16h:

Sala 403, prédio 5

Vanessa Nicola Labrea (graduanda, PUCRS) A especulação da ambigüidade: contribuição para uma ontologia não-correlacional e apartada das condições epistemológicas clássicas

Lucas Nascimento Machado (mestrando, USP) O problema difícil da consciência – o problema difícil da ontologia? 

Halina Macedo Leal (doutora, USP) Relativismo epistemológico moderado: revisitar a realidade

Moderador: Tiegue Rodrigues (PUCRS)

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